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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Apodiformes
Família: Trochilidae
 Vigors, 1825
Subfamília: Trochilinae
 Vigors, 1825
Espécie: S. loddigesii

Nome Científico

Stephanoxis loddigesii
(Gould, 1831)

Nome em Inglês

Violet-crowned Plovercrest


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Beija-flor-de-topete-azul

O beija-flor-de-topete-azul é uma ave apodiforme da família Trochilidae. Foi recentemente, em 2015 separado da espécie beija-flor-de-topete Stephanoxis lalandi.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) stephanos = coroa; e oxus = forma; e de loddigesii = epônimo em homenagem ao artista, botânico, ornitólogo e taxidermista britânico especializado em beija-flores George Loddiges (1784-1846). ⇒ (Pássaro) de Loddiges (com topete) em forma de coroa.

Características

Mede cerca de 8,5 centímetros de comprimento.
O macho da espécie apresenta a coroa na coloração azul, faixa azul que parte da garganta e se estende até o ventre mais estreita que seu congênere (Stephanox lalandi), face cinza e lateral da garganta branco, manto verde. As retrizes externas apresentam as pontas brancas maiores que na subespécie nominal. As fêmeas desta subespécie apresentam a coroa e manto com tons dourados, garganta, peito e ventre mais claros que os da subespécie nominal. As quatro retrizes centrais da fêmea desta subespécie são totalmente verdes e os três pares de retrizes externas apresentam penas com três cores: verde-amarelado, preto e branco nas extremidades.

Alimentação

Alimenta-se de néctar e pequenos insetos. Frequentemente visita as flores de brincos-de-princesa, amoras-do-campo, eucaliptos e bromélias.

Reprodução

Durante a corte, o macho adejando ao redor da fêmea levanta o seu topete, executa música instrumental com as asas (batendo 20 a 33 vezes por segundo) e emite fortes assobios, avançando e recuando no ar até que a fêmea o aceite para cópula. Grupos de 2-5 machos formam o “leque expandido” e cantam baixo nas bordas da mata próximo a riachos para atrair as fêmeas. O ninho é em forma de pequena taça colocado em folhas terminais de varas de bambu ou em ramos de arbustos, a pouca altura, confeccionado de paina e revestido de musgos, hepáticas e líquens fixados com fios de teias de aranha.

Hábitos

É comumente avistado na vegetação arbustiva e nas matas ciliares dos campos de altitude ou em beiradas das matas da região Sul; aparece em áreas parcialmente desmatadas, mas desaparece de áreas com intensa agricultura. No Rio Grande do Sul ocorre no planalto. Durante o inverno desce para altitudes menores, chegando ao nível do mar.

Distribuição Geográfica

Ocorre na porção sul do Brasil, da Serra de Paranapiacaba, no sudoeste de São Paulo para o sul através do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, bem como em florestas adjacentes do leste da Argentina e Paraguai, onde é comumente encontrado abaixo de 500 metros de altitude. (Cavarzere et al., 2014).

Referências

Galeria de Fotos